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O Coronavírus e a Dança: O que mudou na maneira de nos conectarmos?

Coronavírus e a dança, predador e presa, executor e réu. Enfim, se a pandemia tem um inimigo natural, este é a dança. Ou melhor, nós, os amantes da dança.

Certamente não existe discriminação se somos Amadores ou Profissionais, todos fomos infligidos pela total ausência de contato, do abraço, aquele bem apertado, que tanto prezamos e valorizamos.

Inegavelmente, desde março todos nós, amantes da dança, deixamos de viver em nossos corpos normais. Mesmo que não possamos ver uma mudança física, por dentro, nossos corpos foram alterados.

Quer um exemplo da relação do Coronavírus e a Dança?

Uma dançarina ativa e saudável de 28 anos, que contraiu COVID-19, após a recuperação, ao tentar fazer um treino abdominal de 15 minutos, hoje sofre com dores violetas nos quadris, rins e teve toda a sua carreira de dança comprometida.

Mesmo sendo em março/20 e registrado como caso leve – esta dançarina perdeu o olfato e paladar. E mesmo depois de quatro meses, o olfato dela ainda não havia voltado, o que afetou diretamente sua dieta e claro, seus níveis de energia. Mas, como dançarina, ainda queria continuar.

Como amante da dança, somos capazes de fazer muito coisa para continuarmos com a dança em nossas vidas, mas lembre-se de que os tempos mudaram, e nós também. E que um treino mais pesado pode ser potencialmente perigoso para aqueles que já tiveram COVID-19. Independentemente disso, todos devem estar atentos, porque outras lesões podem ocorrer facilmente, por conta da falta de exerxícios neste período.

Confira como Dançarinos de renome mundial de Barcelona, ​​Buenos Aires, Joanesburgo, Kansas City e Londres reagem à pandemia de Covid-19, demonstrando como o Coronavírus mudou a maneira como nos movemos, tocamos e nos conectamos.

Dançando em uma colaboração da FT com Sadler’s Wells. Angyil McNeal, German Cornejo e Gisella Galeassi, Gregory Maqoma, La Chana, Matthew Ball; Música ‘Homelands’ por Nitin Sawhney.

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